quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Hino da Escola

Dairce Pedrosa

Árvore de Bons Frutos

Dairce Pedrosa

És a nossa árvore

Bons são teus frutos

— Frutos do saber!…

Deles os jovens (que estudam)

Só querem bem se alimentar

Não vires plantas dos deuses maus

Nem armadilhas (prontas a disparar)

Contra os que tentam estudando

Teus frutos dia-a-dia apanhar

Dairce Pedrosa

Seja esta árvore

Cheia de frutos

— Frutos do saber!…

Que põe os galhos ao alcance

Dos que desejam teus frutos colher.

O estudante não é um tântalo

(o condenado a passa fome)

Para ver teus frutos lá do chão

E ter os galhos afastados de si

Quando a eles estender as mãos

Dairce Pedrosa

Seja esta árvore

Cheia de frutos

— Frutos do saber!…

Que põe os galhos ao alcance

Dos que desejam teus frutos colher.

Lá… Lá… Lá…

Eleutério Mendes de Castro

Explicação deste poema

Uma poética de texto

A letra (poema) informa a filosofia (como visão de escola ideal) de uma professora experiente – Dairce Pedrosa Torres - que atuou nesta profissão por longo tempo em Altamira, município do estado do Pará, onde reside, também o autor.

Segundo informações, o autor colheu depoimentos de parentes e antigos alunos da dedicada mestra de tantas gerações de altamirense da região do Xingu, espalhados pelo verde vale que o rio banha e penetra através de seus fluentes.

O argumento central do conteúdo do poema, cuja forma poética (vanguardista como o próprio autor) atende inicialmente a um plano melódico, mas não deixa de lado o fazer poético, ou seja, as leis ou princípios da lida literária, diz da pratica ou idéia filosófico-pedagógica da mestra, “a escola tem que ser como uma árvore farta de frutos saborosos que, mesmo sendo imensa (alta), baixa seus galhos para que os mais pequenos dos estudantes possa nela colher a vontade”.

O autor, de muita leitura (o que, aliás, é de fato), universalizou o conteúdo, opondo-o à mitologia grega sobre Tântalo, o jovem que, convidado de propósito pelos deuses pra um banquete e nele, ao provar um licor, não resistir a tentação de furtar a fórmula, dando o motivo que os deuses queriam a fim de castigá-lo, o que acabou acontecendo – Tântalo foi condenado a passar forme eterna.

A condenação se cumpria com os alimentos fugindo. A principal dizia respeito, exatamente, as árvores cujos galhos os deuses afastavam de Tântalo, todas às vezes que ele, com fome, tentavam colher nelas.

A forma do poema é totalmente livre, tanto de versificação quanto de estrofação sem, bem ao estilo do autor, deixar de fora os rimas, as figurações e a animação sutil do ser inanimado. O trabalho dos versos e das estrofes sã, idem, vanguardista: os versos, por exemplo, tombam para oito (8) ou dez (10) silabas em linhas se contarmos em linhas inteiras e os mesmos números em artifício para atender a linha melódica da canção ou do ritmo poético (caso não se saiba que tem música a letra) – eis uma quebra total da normalidade para fugir de comum (sem ter que ser tão radical) e assim incompreendido que tanto atormenta esta geração de novos poetas que surgem no Brasil, principalmente no interior de seus estados.

Veja: 1 – se – jas – es – taár – vo – re (cheia ?) de fru – ta

2 – ar – vo – re – cheia – de – as – ber

(8 e 8 S.M.)

Explicação deste poema feita por Anne Husman.

Hino da Escola

Dairce Pedrosa

Árvore de Bons Frutos

Dairce Pedrosa

És a nossa árvore

Bons são teus frutos

— Frutos do saber!…

Deles os jovens (que estudam)

Só querem bem se alimentar

Não vires plantas dos deuses maus

Nem armadilhas (prontas a disparar)

Contra os que tentam estudando

Teus frutos dia-a-dia apanhar

Dairce Pedrosa

Seja esta árvore

Cheia de frutos

— Frutos do saber!…

Que põe os galhos ao alcance

Dos que desejam teus frutos colher.

O estudante não é um tântalo

(o condenado a passa fome)

Para ver teus frutos lá do chão

E ter os galhos afastados de si

Quando a eles estender as mãos

Dairce Pedrosa

Seja esta árvore

Cheia de frutos

— Frutos do saber!…

Que põe os galhos ao alcance

Dos que desejam teus frutos colher.

Lá… Lá… Lá…

Eleutério Mendes de Castro

Explicação deste poema

Uma poética de texto

A letra (poema) informa a filosofia (como visão de escola ideal) de uma professora experiente – Dairce Pedrosa Torres - que atuou nesta profissão por longo tempo em Altamira, município do estado do Pará, onde reside, também o autor.

Segundo informações, o autor colheu depoimentos de parentes e antigos alunos da dedicada mestra de tantas gerações de altamirense da região do Xingu, espalhados pelo verde vale que o rio banha e penetra através de seus fluentes.

O argumento central do conteúdo do poema, cuja forma poética (vanguardista como o próprio autor) atende inicialmente a um plano melódico, mas não deixa de lado o fazer poético, ou seja, as leis ou princípios da lida literária, diz da pratica ou idéia filosófico-pedagógica da mestra, “a escola tem que ser como uma árvore farta de frutos saborosos que, mesmo sendo imensa (alta), baixa seus galhos para que os mais pequenos dos estudantes possa nela colher a vontade”.

O autor, de muita leitura (o que, aliás, é de fato), universalizou o conteúdo, opondo-o à mitologia grega sobre Tântalo, o jovem que, convidado de propósito pelos deuses pra um banquete e nele, ao provar um licor, não resistir a tentação de furtar a fórmula, dando o motivo que os deuses queriam a fim de castigá-lo, o que acabou acontecendo – Tântalo foi condenado a passar forme eterna.

A condenação se cumpria com os alimentos fugindo. A principal dizia respeito, exatamente, as árvores cujos galhos os deuses afastavam de Tântalo, todas às vezes que ele, com fome, tentavam colher nelas.

A forma do poema é totalmente livre, tanto de versificação quanto de estrofação sem, bem ao estilo do autor, deixar de fora os rimas, as figurações e a animação sutil do ser inanimado. O trabalho dos versos e das estrofes sã, idem, vanguardista: os versos, por exemplo, tombam para oito (8) ou dez (10) silabas em linhas se contarmos em linhas inteiras e os mesmos números em artifício para atender a linha melódica da canção ou do ritmo poético (caso não se saiba que tem música a letra) – eis uma quebra total da normalidade para fugir de comum (sem ter que ser tão radical) e assim incompreendido que tanto atormenta esta geração de novos poetas que surgem no Brasil, principalmente no interior de seus estados.

Veja: 1 – se – jas – es – taár – vo – re (cheia ?) de fru – ta

2 – ar – vo – re – cheia – de – as – ber

(8 e 8 S.M.)

Explicação deste poema feita por Anne Husman.


BREVE HISTÓRICO DA ESCOLA

Esta escola foi constituída no governo do Exm° Helio Mota Gueiros e da Secretaria de Estado de Educação Professora: Therezinha Morais Gueiros e o Senhor Prefeito Armindo Dernadim, atendendo assim, aos anseios da comunidade Altamirense.

Inaugurada em 10 de setembro de 1990 com o nome de Escola Estadual de 1° e 2° Graus Dairce Pedrosa Torres, onde recebeu este nome por indicação da comunidade, foi escolhido dentre três nomes, o qual homenageia a ilustre Professora desta comunidade, Srª. Dairce Pedrosa Torres que eu era filha de Altamira e trabalhou incansavelmente pela educação no nosso município.

A referida escola iniciou suas atividades em setembro do mesmo ano, em sistema de bloco, atendendo a 450 alunos de turmas de 1° e 2° graus – hoje fundamental e médio - do Curso de Magistério para habilitar o aluno a função de docente do pré-escolar a 4ª serie do antigo 1° grau – hoje fundamental menor – e o Curso de Ciências Exatas que proporcionava ao educando a formação para o egresso no curso superior na área de exatas, bem como ter base teórica que permitia competir no mercado de trabalho.

No decorrer desses 21 anos de existência, vários foram os gestores que contribuíram para a construção do processo de desenvolvimento desta escola que estão citados abaixo e seguem em anexo suas portarias (exceto da terceira diretora):

A primeira diretora foi à professora Neusa Carvalho da Silva, atuou de setembro de 1990 a abril de 1991, não conseguiu realizar seus sonhos que eram a implantação do laboratório para o curso de Ciências Exatas; autorização da escola; convênio e cursinho preparatório. Mas deixou um biblioteca funcionando com 150 exemplares que recebeu da SEDUC e também fé uma campanha para aumentar o acervo bibliográfico.

A segunda diretora foi à professora Maria Goreth Carvalho da Silva que atuou em 1991 que assumiu a direção da escola por 6 meses.

A terceira diretora foi a professora Cícera Martins Antunes Fonseca, que assumiu em 1991 e seu mandato foi de 1 ano e 6 meses. A mesma conseguiu implantar o conselho escolar com a ajuda do professor Raimundo Oliveira.

O professor Raimundo Oliveira, criou o primeiro conselho escolar da EEEM Profª Dairce Pedrosa Torres, na qual priorizava o processo democrático e em seguida presidiu as eleições pra diretor da escola.

Com a criação do conselho escolar o professor Arnaldo Sales Cambuhy que foi o quarto diretor da escola e o primeiro diretor eleito pela comunidade escolar onde exerceu a função de 1991 a 1993 e enfrentou muitas dificuldades.

A professora Jandira Pedrosa de Oliveira chegou à direção desta escola por via da eleição direta no ano de 1993. A mesma foi eleita duas vezes iniciando em 1994 e indo até 1997. Nesta época desenvolveu vários projetos pedagógicos como a semana do magistério, feira de ciências, jogos internos daircianos, oficinas pedagógicas e outros. Conseguiu a autorização provisória para o ensino de 1° e 2° grau – fundamental e médio.

Com o processo de municipalização em 1998, houve muitas mudanças em nossa escola. As alterações ocorridas na EEEM Profª. Dairce Pedrosa Torres em virtude da implantação da municipalização, trouxeram como consequência a “implosão” da escola como um todo, passando a haver não uma, mas duas escolas diferenciadas na qual gerou uma a divisão administrativa, ficando a gestão do Nível Fundamental com a Rede Municipal de Ensino e o Ensino Médio com a administração Estadual.

Este fato conduziu a necessidade de reformular todas as ações desta escola, pra assim adaptá-la a uma nova realidade.

Em 1998, a escola passou 6 meses sem direção escolar, pois o processo de eleição de diretor através do conselho escolar ficou sem sentido, pois o professor Antonio Bispo, foi eleito diretor desta escola tanto a nível fundamental como a nível médio para a gestão de 1998 a 2000.

O mesmo assumiu a direção do ensino fundamental, enquanto o professor José Ribamar Mendes, assumiu a direção do ensino médio. Sem eleição em outubro de 1998, foi convidado pelo órgão responsável e exerceu esta função até 2000.

Em outubro de 2000 a professora Rosimary Lucia Navarro, foi convidada a assumir a direção escolar do ensino médio, a mesma, com muita coragem aceitou, pois o momento era critico final de ano tudo para ser arrumado para o fechamento de notas, não foi nada fácil.

A professora Darly Rosa da Silva assumiu a direção escolar do ensino médio com muita disposição em junho do ano de 2004 ficando neste cargo até junho de 2005.

Em 2005 o professor Odair Florêncio de Sousa, assumiu a direção da escola do ensino médio que atende a 800 alunos, 30 professore e 20 funcionários de apoio.

A professora Vânia Pereira de Moura, assumiu a direção da escolar do ensino fundamental no ano de 2005, que atende a 767 alunos, 32 professores e 22 funcionários de apoio incluindo direção e coordenação, até a presente data.

No ano de 2011 a professora Luzinete Conceição Rodrigues, assumiu a direção do ensino médio, que neste momento atende a 1014 alunos, 50 professores e 30 funcionários de apoio incluindo direção e coordenação.

A filosofia do Ensino Médio foi estabelecida pela escola na qual pretende é que: “ Seja reconhecida com instituição educacional de qualidade, através da efetiva preparação de nossos alunos, proporcionando o sucesso pessoal e profissional” – Todo esse processo se quer que seja participativo e integrado entre os setores que compõe:

· Alunos;

· Professores;

· Administração;

· Setor pedagógico e apoio; e a comunidade em seu entorno.

Enquanto a missão da escola no Ensino Fundamental é que promova uma educação que possibilite o efetivo desenvolvimento integral do educando, respeitando suas especificidades culturais e religiosas, tendo sempre em vista paradigmas que possibilitem situações de forma a proporcionar ao educando a construção do conhecimento visando a valorização do ser humano, procurando integrá-lo no contexto social com desenvolvimento de competências e habilidades necessárias para o convívio em sociedade.

A história desta escola precisa continuar sendo construída! Todo nos que aqui estamos somos responsáveis por essa construção e que possamos juntos que formamos esta instituição de ensino chamada Dairce Pedrosa Torres possamos continuar colocando em seu lugar de destaque.